Olá minhas amigas! Meu nome é Amarílis,tenho 47 anos. Outubro de 2012 recebi a notícia de câncer de

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Suco poderoso e nutritivo

A laranja é rica em vitamina C, possuindo também uma boa quantidade de vitaminas A e do complexo B. A couve é muito rica em minerais (cálcio, ferro e fósforo) e vitaminas (A, complexo B e C). A beterraba é rica em açúcar, proteínas, vitamina A, B1, B2, B5, C, potássio, sódio, fósforo, cálcio, zinco, ferro e manganês. Por que não juntar isso tudo num suco poderoso e nutritivo?

Suco de laranja, couve e beterraba
Ingredientes
 1 laranjas pêra-rio ou bahia
 1 folha de couve
 1 beterraba pequena ou meia beterraba média
 1 folha de couve
Açúcar ou mel a gosto
Modo de fazer – Passar a beterraba e couve na centrífuga ou no liquidificador que tenha filtro. Misturar com o suco da laranja. Adoçar a gosto.

Geralmente, eu completo essa mistura com um copo de água, porque o suco tem um sabor acentuado. Se preferir, vale ajustar a quantidade de couve e beterraba de acordo com o seu paladar. Também vale colocar umas folhinhas de hortelã, ou lasquinhas de gengibre, para dar um toque pessoal.
Bom apetite!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Reflexão

 


" A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros e nossas vitórias. O importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, amor e fraternidade, pois a vida é uma dádiva e cada instante é um presente de Deus."

sábado, 6 de julho de 2013

Pessoal, li este livro Dieta Anticâncer do Dr. David Servan várias vezes.É muito interessante.

20 Fatos e Curiosidades Sobre o Câncer


 



 

1. Câncer é uma palavra derivada do grego "karkinos"
2. Câncer não é uma doença única, mas um grupo de 200 doenças distintas, cada uma delas com suas próprias causas, história natural e tratamento.
3. O câncer é caracterizado por um crescimento autônomo, desordenado e incontrolado de células que ao alcançarem uma certa massa, comprimem, invadem e destroem os tecidos normais vizinhos.
4. Não se conhece a(s) causa(s) de aproximadamente 80% das ocorrências do câncer.
5. Os estudos epidemiológicos indicam que provavelmente os fatores ambientais são importantes na causa da maioria dos cânceres.
6. Na maioria dos carcinomas (ca epiteliais) as taxas de incidência aumentam constantemente com a idade. Isto se explica pelo efeito cumulativo da exposição a diferentes tipos de carcinógenos.
7. O câncer ocorre a qualquer idade, porem é mais frequente em pessoas de idade avançada.
8. Em alguns tipos de tumores a incidência é maior em crianças e jovens. Em leucemias a maior incidência ocorre nos primeiros 4 anos de vida e tumores de testículo são mais comuns entre os 20-24 anos.
9. Tabagismo e o Câncer.

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) revelou que cerca de 70% das pessoas que passam pela unidade para tratamento de tumores de bexiga possuem histórico de tabagismo, que é um dos principais fatores de risco para a doença. Segundo os dados ligados ao tabagismo, um em cada sete pacientes do Icesp com câncer de bexiga informaram aos médicos que fumam ou que já fumaram, sendo esse um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.A pesquisa apontou também que, do total de pacientes tratados com esse tipo de tumor, 50% chegam à unidade com diagnóstico tardio. O sinal clínico mais importante foi a presença de sangue na urina, que ocorreu como manifestação em 88% dos casos.
10. Exposição excessiva ao sol aumenta o risco de câncer da
pele.
11. A cura do câncer é definida como a ausência de tumor após o tratamento, por um período de vida tão longo como o do aquele que não teve câncer.
12. O câncer não é uma desgraça social, uma punição divina ou um estigma pessoal.
13. Os oncologistas, com as novas tecnologias e tratamentos, hoje oferecem maior índice de cura respeitando a dignidade do ser humano, sua qualidade de vida e
relacionamento familiar e social.
14. A cura do câncer geralmente depende de tratamento multidisciplinar.
15. Os fatores ambientais (macro e micro) são responsáveis por 80% dos tumores malignos, e os fatores endógenos e genéticos responsáveis pelos outros 20%.
16. A América Latina tem alta incidência de tumores associados com a pobreza (colo do útero e estômago, por exemplo).
17. Os dados de mortalidade mostram que os tumores malignos ocupam os primeiros lugares em todos os países, e a tendência é de aumentar na faixa etária de 45-65 anos.
18. A faixa de mortalidade por câncer é maior entre as mulheres do que nos homens em todos os paises, numa faixa etária de 30 a 64 anos. Isto se explica pela alta incidência de colo de útero e mama.
19. A esmagadora maioria dos tipos de câncer, se diagnosticados em tempo e tratados corretamente, têm cura.
20. As crianças toleram e respondem melhor ao tratamento oncológico.

21. Os pacientes com câncer podem encontrar certo conforto na legislação brasileira. O leque de direitos de pessoas portadoras de câncer,  procura garantir assistência integral tanto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como pelos planos de assistência médica.
Desse modo, a lei assegura que o paciente tenha acesso a todos os mecanismos - procedimentos, medicamentos e equipamentos - necessários à manutenção de sua vida e de sua saúde, não somente de forma curativa, mas preventiva também.
Além da assistência integral existem outros direitos não atrelados diretamente à saúde, tais como: aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, amparo assistencial, levantamento do FGTS, do PIS e do PASEP, i
senção de imposto de renda na aposentadoria, isenção de ICMS, IPI, IPVA na compra de veículos adaptados, cirurgia de reconstituição mamária, quitação de financiamento imobiliário, processo judicial prioritário, transporte, hospedagem e alimentação durante tratamento fora do domicílio.

Leia mais:
http://jus.com.br/revista/texto/18832/o-direito-dos-pacientes-com-cancer-ao-fornecimento-de-medicamentos-pelo-sus/2#ixzz2KAYZcwHd
No final dos anos 1970, a escritora norte-americana
Susan Sontag (1933-2004) escreveu um ensaio, intitulado “A Doença como Metáfora”, no qual analisava mitos e tabus envolvendo o câncer. Na época, a doença era considerada uma sentença de morte e, não raro, associada a uma punição divina para uma vida de pecados – da mesma forma como seria a Aids, na década seguinte – ou resultado de emoções reprimidas pelo doente.
Nas três últimas décadas, avanços na medicina mudaram o modo como as pessoas veem o câncer, antes envolto em mitos e estigmas sociais. Contribuiu para isso a exposição de casos da doença em pessoas famosas.
O drama dos doentes ganhou rostos conhecidos quando políticos, artistas, atletas e outras figuras públicas revelaram sofrer da enfermidade
Os tumores não diferenciam homens ou mulheres, jovens ou velhos, negros ou brancos, ricos ou pobres, famosos ou pessoas comuns. Qualquer um pode ser vítima da moléstia. Hoje, apesar de a cura universal ser um desafio para os cientistas, há novas formas de tratamento que diminuem o sofrimento dos pacientes.
A doença é conhecida desde a Antiguidade, mas os números de casos começaram a aumentar e chamar a atenção dos governos nos anos 1970, por conta do aumento de cânceres provocados pelo envelhecimento da população e a maior exposição a fatores externos de risco.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é uma das principais causas de mortes no mundo, sobretudo em países em desenvolvimento. No Brasil, as mortes só são superadas por doenças do coração e por causas violentas (acidentes de trânsito e homicídios). Estima-se que 30% das mortes por câncer poderiam ser evitadas com a mudança de costumes, como parar de fumar e manter uma alimentação mais  saudável
O câncer deixou de ser um estigma social, cuja mera menção da palavra era evitada entre as famílias e até ocultada do próprio paciente.
Ainda que não haja como erradicá-la, dadas a diversidade e complexidade do mal, o homem passou a enxergar a doença por trás do mito,  deixou-se de ver o câncer como “uma maldição, um castigo, uma vergonha”, para vê-lo “apenas como uma doença, uma doença muito grave, mas apenas uma doença”.

 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Câncer de Mama e Ganho de Peso



O ganho de peso em pacientes com câncer de mama após o diagnóstico, durante e após tratamento quimioterápico é um fenômeno amplamente estudado. Mulheres com câncer de mama, em tratamento quimioterápico adjuvante, apresentam tendência progressiva ao ganho de peso. Entretanto, a causa desse ganho não é clara e pode ser associada ingestão alimentar aumentada, decréscimo da atividade física, alteração da taxa metabólica basal ou estado de menopausa. Um estudo com pacientes em tratamento quimioterápico adjuvante, verificou ganho de peso de 3,6 kg em mulheres pós-menopausadas e de 5,9 kg em mulheres pré-menopausadas. O ganho de peso durante o tratamento quimioterápico adjuvante pode estar relacionado com o maior índice de recidiva e menor sobrevida nessas pacientes. Portanto, as pacientes com diagnóstico de câncer de mama, submetidas ao tratamento quimioterápico necessitam de suporte multidisciplinar e, sobretudo nutricional, de modo a minimizar os efeitos colaterais do tratamento, como o ganho de peso.
Uma dieta pobre em gorduras e controlada em calorias pode ser iniciada durante o tratamento e mantida no período de recuperação. As pessoas devem ser encorajadas a manter hábitos saudáveis com uma atividade física leve durante o tratamento e de acordo com a orientação médica, pois além de ser uma alternativa para manter a massa muscular evita também o excesso ou ganho de peso. Essas medidas são importantes, pois o excesso de peso pode piorar o prognóstico para alguns tipos de câncer, dentre eles o câncer de mama.


Postado por Fernanda Bortolon